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Notícias/Economia

É hora de presentear, mas sem comprometer o orçamento

Para economista, este é o momento de apelar para a criatividade e gastar pouco

Bruna Oliveira

É possível presentear gastando pouco

É possível presentear gastando pouco

Pensar em Natal, inevitavelmente é pensar em gastos. Não é pra menos: nesta época do ano as receitas aumentam. Chega o décimo terceiro salário, algumas empresas oferecem bonificações ou participações nos resultados e o comércio fica ávido em convencer o consumidor de que é necessário gastar. Em meio a tantos atrativos, não é difícil começar 2010 com a conta tão vermelha quanto a roupa do Papai-Noel.
Mas, o que fazer quando é necessário, além de quitar as dívidas, presentear? Os consumidores que não foram disciplinados durante o ano, aproveitam o décimo terceiro para quitar dívidas, mas deixarão de presentear os amigos? A família? “Diante dos apelos da mídia e de toda cultura que se criou em torno do Natal presentear é quase que obrigatório”, diz a economista Patrícia Botari.
Para quem tem pouco dinheiro e não pode abrir mão da lembrança, comprar um presente pode se tornar tarefa das mais estressantes. O que comprar? Quanto gastar? Será que a pessoa vai gostar do presente?
Basta cair em uma armadilha para chegar à Páscoa pagando presentes do Natal. A alternativa, para a economista Patrícia, é apelar para a criatividade. “É preciso diferenciar presentes caros de presentes valiosos. Neste momento o que deve ser um diferencial é a criatividade, para que não haja prejuízo do seu orçamento, lembrando que janeiro é o mês dos impostos, matrículas escolares e férias”, salienta.

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